XV de Jaú em 1976: cidade unida, título e volta à elite

IMG_20150709_153752O ano de 1976 marcou a volta da Lei do Acesso ao Campeonato Paulista. Desde o ano de 1972, o campeão da segunda divisão não conquistava vaga na elite. Ao final do campeonato de 1976, o último colocado da primeira divisão não seria rebaixado, mas o campeão da Divisão de Acesso ascenderia à primeira divisão. Em matérias publicadas no jornal “O estado de São Paulo”, o Galo da Comarca era tido como um do favoritos ao título.

“Ao lado de Rio Preto, o XV de Novembro de Jaú é uma das melhores equipes que vão disputar o campeonato de acesso. o Técnico Nestor Alves, contratado há oito meses, já conseguiu armar um bom time. Os destaques: o goleiro Emir, Zé Ito, Zé Luiz e Sabará, da própria cidade” O ESTADO DE SÃO PAULO, 17 JUNHO DE 1976

“Para esse ano, a disposição do time (XV de Jaú) parece ser muito grande , principalmente porque a cidade está ajudando. Dinheiro não falta: o XV promoveu a venda de 2500 títulos patrimoniais, a 2 mil cruzeiros cada, e agora está iniciando as vendas das cadeiras cativas no estádio, que tem capacidade para 25 mil pessoas” O ESTADO DE SÃO PAULO, 26 DE JUNHO DE 1976

O XV de Jaú estava confiante, e o clima se espalhou pela cidade. Há quem diga que os responsáveis pela grande identificação entre o Galo e a cidade foram os radialistas Laerth Maziero (com o programa “Transa Geral”) e Vanthier Mantovanelli (“O Capitão”).

Pré temporada – início em janeiro de 1976

As preparações do Galo da Comarca para o campeonato se iniciaram no dia 3 de janeiro, com a chegada do técnico Nestor Alves e dos novos jogadores. Entre o dia primeiro de fevereiro e o dia 14 de junho, o XV de Jaú realizou cerca de 30 jogos contra times de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, dentro e fora de casa.  A boa campanha nos jogos fez o torcedor acreditar cada vez mais no time, e o campeonato se iniciou com grande expectativa.

Começa o campeonato

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EM PÉ: preparador físico Moya, massagista Tonhão, Paulinho Cardoso, Marco Antônio, Zé Eduardo, Nenê, Valdomiro, Pelezinho, Sabará, Pedrinho, Emir, Ico e preparador de goleiros Claudio Belo; SENTADOS NO BANCO: técnico Nestor Alves, Ciola, Ademir Mello, Betinho Navarro, Ivinho, Passoca, Paulinho, Edu e Gerson. SENTADOS NA GRAMA: Zé Luis, Florisvaldo, Torrezam, Darcy e Valentim.

O primeiro compromisso do Galo foi em casa, no Zezinho Magalhães contra o Independente de Limeira no dia 17 de junho. Mas o time não se apresentou muito bem e não fez jus à expectativa criada, empatando sem gols. O Galo entrou em campo com a seguinte escalação: Emir; Zé Eduardo (Marco Antonio), Zé Luiz, Cidão e Pelezinho; Sabará, Zé Ito e Niltinho; Fio (Navarro), Joãozinho e Gerson. O empate em 0x0 fez com que o diretor de futebol do clube, José Eduardo do Amaral Carvalho, contratasse novos jogadores. Trouxe Ademir Melo (XV de Piracicaba), Nenê e Valdomiro (Ponte Preta), Pedrinho (Juventus), Paulo Cardoso (Operário – MS). A pressão era grande em cima do time jauense, já que os torcedores e a crônica esportiva relembravam a todo momento “ESSE ANO TEM ACESSO! ESSE ANO UM TIME SOBE PARA A PRIMEIRA DIVISÃO!”

Na segunda rodada, o Galo da Comarca derrotou o Pinhalense fora de casa por 1×0, gol de Zé Ito. Na rodada seguinte, nova vitória, agora em Jaú, sobre o Pirassununguense por 2×1. Valdomiro marcou nossos dois gols. Na sequência, empate com o Palmeiras de São João da Boa Vista em 1×1, gol de Sabará. Nesse momento, o XV de Jaú já era o líder e a cidade confiante no time.

A força da torcida e a conquista do primeiro turno

Após o empate em São João da Boa Vista, o Galo emplacou uma sequência de 5 vitórias consecutivas. Na primeira, goleada em casa sobre a Francana por 5×2. A goleada fez com que o XV fosse notícia novamente no jornal.

O Estado de São Paulo, 13 de julho de 1976.

O Estado de São Paulo, 13 de julho de 1976.

A torcida cada vez mais entusiasmada, explodiu após a vitória sobre o Batatais fora de casa por 1×0. O time de Batatais era um dos mais fortes do torneio. A cidade de Jaú estava em festa com a liderança absoluta de seu grupo. As outras vitórias da sequência foram contra Estrela da Bela Vista de São Carlos (1×0, casa), Internacional de Limeira (3×0, fora) e Sertãozinho (1×0, casa).

Foto retirada da revista "Placar", de 20 de agosto de 1976.

Foto retirada da revista “Placar”, de 20 de agosto de 1976.

xv x sertãozinho, em 1976

Entrada do XV contra o Sertãozinho. Vencemos por 1×0.

 

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Torcida quinzeana protagonizou “invasões” quando o time jogava fora de casa.

“Quem chegar a Jaú num sábado ou num domingo e deparar com bandeiras verde e amarela, indo e vindo, enfeitando os carros ou inscrições em cal nos para brisas ‘O XV É VOCÊ’, poderá julgar que o clube local está decidindo um campeonato mundial. Mas é apenas uma partida a mais que o time profissional da cidade vai disputar em busca do título da Primeira Divisão. Há passeatas antes e depois dos jogos, que o time sempre vence, pois o time é líder invicto do campeonato” O ESTADO DE SÃO PAULO, 12 DE AGOSTO DE 1976

Faltando três rodadas para o término do primeiro turno, o XV poderia ser campeão antecipado caso vencesse o Catanduvense e houvesse outras combinações de resultados. Porém, conhecemos nossa primeira derrota no campeonato: 4×2, fora de casa. O resultado fez com que o técnico Nestor Alves saísse do clube. O preparador físico João Carlos assumiu o posto momentaneamente, e o XV derrotou Orlandia em casa por 1×0 e empatou com a Sãocarlense por 0x0, fora de casa. Com esses resultados, o Galo da Comarca se tornava campeão do primeiro turno (também chamado de “José Ferreira Pinto”), com uma bela campanha: 12 jogos, 8 vitórias, 3 empates e 1 derrota; 18 gols marcados e 8 sofridos. A média de torcida e de arrecadação do XV era maior do que times que disputavam a elite paulista.

Segundo turno

Para o lugar de Nestor Alves, foi contratado Adaílton Ladeira, ex atacante do Bangu e que estava treinando os juniores do Guarani. No dia 12 de setembro, o XV de Jaú foi até Limeira enfrentar o Independente. A torcida jauense fez uma caravana para acompanhar o time fora de casa, puxada pelo carro “abre alas” do empresário Roberto Monari, um Galaxy pintado nas cores do XV. Repetindo o primeiro turno, o resultado foi de 0x0.

“Para Limeira, foram 19 ônibus lotados e um número incerto de carros – uns 120, de acordo com a média de opiniões” REVISTA PLACAR, 20 DE AGOSTO DE 1976

“Nas Casas Pernambucanas, acabou o sortimento de panos de seda verdes e amarelos: a torcida comprou tudo para confeccionar suas bandeiras” REVISTA PLACAR,20 DE AGOSTO DE 1976

Depois, vitória sobre o Pinhalense por 3×0 em casa, empate fora com o Pirassununguense por 0x0 e vitória em casa sobre o Palmeiras de São João da Boa Vista por 1×0. Na próxima rodada, o XV conheceu sua segunda derrota: 1×0 para a Francana, em Franca.

O Galo da Comarca conseguiu emplacar nova sequência de vitórias: 2×1 no Batatais (casa), 5×0 no Estrela Bela Vista (fora, com 3 gols de Darcy e 2 de Ademir Melo) e 4×2 na Internacional de Limeira (em casa, com dois gols de Valdomiro). Com essa sequência, o XV recuperava a liderança do grupo.

No início de novembro, o XV vacilou e ficou em 0x0 contra Sertãozinho e Catanduvense. O empate contra o Sertãozinho, fora de casa, marcou a queda do técnico Ladeira, devido ao descontentamento dos jogadores com as regras ditadas pelo técnico. Nesse jogo, os jogadores mostraram a total insatisfação com Ladeira, e passaram o jogo inteiro apenas tocando a bola. Quem assumiu o cargo de técnico foi Ademar Lucazecchi, mais conhecido como Dema, ex lateral de Palmeiras e XV de Piracicaba. O título do segundo turno ainda não estava assegurado, mesmo após vitória quinzeana sobre o Orlandia por 3×0, fora de casa. O Catanduvense poderia ser campeão também.

No último jogo do returno, o XV precisava da vitória em casa contra a Sãocarlense para assegurar o título. Entrou em campo com Ico; Nenê, Zé Luiz, Marco Antonio e Cláudio; Daniel, Pedrinho e Ademir Melo (Navarro); João Carlos (Paulinho Cardoso), Valdomiro e Niltinho. A torcida, que lotou o Zezinho Magalhães, recepcionou a equipe de forma apaixonada. E claro, o XV retribuiu: uma sonora goleada por 6×1 , gols de Nenê, Marco Antonio, João Carlos, Pedrinho, Waldomiro e Paulinho Cardoso. O XV de Jaú conquistava também o segundo turno, e garantia vaga para disputar o quadrangular final. Campeão dos dois turnos.

Campanha dois turnos

Campanha do XV de Jaú foi destaque na revista “Placar”

Antes de falarmos sobre o quadrangular final, vou abrir um parênteses aqui e destacar uma reportagem que a revista “Placar” fez sobre o Galo, na edição de número 332, 20 de agosto de 1976. Na época, a revista era semanal, e não mensal como atualmente. Com o título “Loucuras do Galo”, a reportagem teve 4 páginas e falou sobre a paixão da torcida e o desenvolvimento da cidade.

“Nos fins de semana, três bandeiras do XV são hasteadas na porta da igreja São Sebastião. Seu vigário, o padre holandês Sérgio Henrique van der Heyden, de 32 anos, não perde uma partida de seu time. Padre Augusto, da igreja São Benedito, e padre Gastão, da igreja Nossa Senhora Aparecida, também vão sempre aos jogos, mas nenhum é apaixonado como o padre Sérgio. Há quem afirme que, no calor das partidas, chega a xingar o juiz, acusação que ele desmente atribuindo-a ao entusiasmo pessoal. No entanto, confirma seu amor ao clube. E há poucos dias, no sermão de uma das missas que celebrava, falou aos fiéis: ‘Nossa turma está comemorando a vitória do XV. Nós, a vitória de Cristo'” REVISTA PLACAR, 20 DE AGOSTO DE 1976

Reportagem placar

Reportagem placar 2

Quadrangular final – a decisão do campeão

TESTEO quadrangular final para decidir o campeão e o time que conquistaria o acesso para a elite do futebol paulista foi formado por XV de Jaú, Barretos, Santo André e Aliança (São Bernardo do Campo). Foram escolhidos campos neutros para os jogos. Sendo assim, os palcos escolhidos para a disputa foram os estádios Santa Cruz (Ribeirão Preto), Palestra Itália (São Paulo) e Brinco de Ouro da Princesa (Campinas). A estreia do XV na fase final estava marcada para o dia 4 de dezembro, no estádio Santa Cruz. Barretos e Aliança se enfrentariam no Palestra. Os torcedores quinzeanos começaram a se organizar em caravanas para acompanhar o Galo no primeiro jogo da decisão. No dia do jogo, os torcedores do XV chegaram à Ribeirão “chefiados” pelo Galaxy verde e amarelo e invadiram o centro da cidade. Haviam torcedores do Barretos no local, o que ocasionou confronto entre as torcidas e intervenção da polícia. A invasão quinzeana antecedeu a invasão corinthiana no Maracanã pela semifinal do brasileirão, guardadas as proporções.

Dezembro - Começa a decisão

O Estado de São Paulo, 4 de dezembro de 1976.

O XV de Jaú conquistou a vitória na estreia do quadrangular final. O gol foi anotado pelo ponteiro Darcy, logo aos 13 minutos de jogo. Depois, o Galo administrou a vitória em um jogo bem disputado. No outro jogo, Aliança e Santo André empataram em 1×1.

TESTE JOGO barretos

Os dois outros jogos do XV de Jaú aconteceram no estádio Brinco de Ouro da Princesa. O confronto contra o Santo André aconteceu no dia 8 de dezembro, quarta feira. Pela tarde, uma indescritível caravana rumou desde Jaú até Campinas. Ônibus lotados, trens lotados (fretados junto a FEPASA), automóveis em carreata pela estrada… eram mais de 3 mil quinzeanos indo acompanhar o Galo da Comarca. Os quinzeanos foram recebidos na cidade campineira por uma forte chuva que alagou as imediações do estádio. A torcida do XV era maioria, e fez do Brinco de Ouro sua casa. Segundo o jornal “O Estado de São Paulo” (veja abaixo), os torcedores do Galo ocuparam praticamente todo o setor das gerais.

O jogo foi muito acirrado, mas o XV era melhor no jogo.

“Começa o jogo. Eu não tenho unhas para roer. Como, aos poucos, uma das extremidades da bandeira que me envolve. A chuva passou. O frio nem veio. A tensão é maior. Até que, aos 24 minutos do primeiro tempo, uma bola alçada do lado esquerdo, pelo ponta-esquerda Darcy, sobrevoa toda a extensão da grande área do Santo André e encontra a cabeça do ponta-direita Paulinho Cardoso, que fechava em diagonal. Da cabeça do artilheiro para o gol. Uma explosão. Um grito seco, ensurdecedor, inesquecível: ‘Gol!’ O XV de Jaú se mantém no ataque. Fez o primeiro gol, quer fazer mais.” KLEBER MAZZIERO

No segundo tempo, o Santo André mostra seu poder de reação e consegue um pênalti aos 12 minutos. Tulica bate no canto direito de Emir, que defende com a palma da mão e salva o gol do adversário. Aos 25 minutos, Paulinho Cardoso faz o segundo gol quinzeano e decreta nova vitória para o Galo da Comarca. No outro jogo, o Aliança perdia por 2 X 0, mas virou o jogo e venceu o Barretos por 4 X 2. Nosso adversário na última rodada era o único time que poderia superar o XV de Jaú.

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Dezembro - Vitória sobre o Sano André

O estado de São Paulo, 9 de dezembro de 1976.

O jogo final – nova invasão jauense e título na bagagem

O tão sonhado acesso estava cada vez mais perto. Depois de 25 anos, o XV poderia retornar à elite do futebol, bastava apenas um empate contra o Aliança. Julião, técnico do Aliança, estava confiante no título para o time de São Bernardo. O jogo estava marcado para o Brinco de Ouro mais uma vez.

Novamente, a torcida jauense enfeitou as estradas e os trilhos de verde e amarelo, e peregrinaram para Campinas. Novamente, trens completamente lotados fretados junto a FEPASA, carros e ônibus lotados confirmaram o Brinco de Ouro como a casa do XV de Jaú. Dessa vez, foram mais de 5 mil torcedores saindo de Jaú até Campinas.

O XV de Jaú entrou em campo com Emir; Nenê, Araújo, Marco Antônio e Cláudio; Daniel, João Carlos e Pedrinho; Paulinho Cardoso, Valdomiro e Darcy. Com gols Valdomiro logo aos 11 minutos de jogo, e Pedrinho aos 23 da segunda etapa, o XV conquistava o título merecido de campeão da Divisão de Acesso de 1976. O ano em que uma equipe subiria. Essa equipe foi o XV que, assim como diz o hino (adotado após festival musical na cidade também em 1976, mas essa história fica para outro dia haha), “UNIU A CIDADE INTEIRA, E COLOCOU SEU NOME, ENTRE AS MELHORES EQUIPES BRASILEIRAS”.

XV DE JAÚ CAMPEÃO!!

No final, o XV de Jaú terminou com uma campanha impecável: 27 jogos, 18 vitórias, 7 empates e apenas 2 derrotas. Diante de sua torcida, o XV não decepcionou: 15 jogos, 13 vitórias e 2 empates (estou considerando os jogos em Ribeirão e Campinas como mando quinzeano, pois a torcida transformou os estádios em nossa casa).

XV x Aliança

 

“Alívio. A categoria de Marco Antônio, a precisão de Araújo e a eficiência de Nenê e Cláudio garantiam uma proteção constante à meta do seguro Emir. A temida tabela do ataque adversário não se concretizava.

Admiração. A classe e a categoria do médio volante Daniel aliava-se perfeitamente à lucidez de João Carlos.

Explosão. Aos 11 minutos do primeiro tempo, o ponta-esquerda Darcy dribla – entorta! – o defensor do Aliança e sofre falta. O lateral-esquerda Cláudio cobra. A bola, no meio da área, encontra o conforto do peito do centroavante Valdomiro. Do peito ao peito-do-pé. Ao fundo do gol. À rede. Senti que meu peito ia explodir!

Alienação. Nem percebi que alguns jogadores do banco de reservas do Aliança foram expulsos por reclamarem insistentemente uma posição de impedimento do artilheiro do XV de Jaú. Nada naquela imensidão de gente e concreto me traria de volta à Terra. O gol de Valdomiro me fez apalpar as nuvens.

Reverência. A força de Paulinho Cardoso, a ofensividade de Pedrinho, o oportunismo de Valdomiro, a habilidade, a rapidez, o brilho de Darcy. Que ataque espetacular!

Orgulho. Darcy, como um centroavante, de costas para o gol adversário, domina a bola com a interminável habilidade de seu pé esquerdo. Rola a bola para a chegada de Pedrinho. O chute forte e seco é indefensável. O XV de Jaú é o Campeão. Jaú é campeã. Meus amigos são campeões, minha gente é campeã, eu sou campeão.” KLEBER MAZZIERO

1976 - XV DE JAÚ 1976 - COLUNA DO ADEMIR

Quadro na sala do Estádio Zezinho Magalhães.

 

“XV e Aliança fizeram uma partida irrepreensível sob o ponto de vista técnico. Foi um eletrocardiograma coletivo” REVISTA COMEMORATIVA DE 82 ANOS DO XV DE JAÚ

 

“O XV foi mais XV naquele dia (contra o Aliança)” SERGIO DE SOUZA GOMES, CRONISTA ESPORTIVO 

Outras matérias sobre o XV de Jaú no Estadão daquele ano:

Agradecimentos ao amigo Paulo Grange e ao amigo João Pedro Palomares Júnior.

Fontes: Revista de 82 anos do XV de Jaú; Revista de 61 anos do XV de Jaú; A história do campeonato paulista; Colunas Kleber Mazziero; Almanaque do futebol paulista – 2002; Acervo do Estadao.

 

Tiago Pavini 

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